E no centro do vale, morava um jovem chamado Teodoro.

— Tenho medo de errar — respondeu Teodoro.

O vizinho, confuso, foi embora. Teodoro ficou ali, sentindo o peso leve de quem finalmente entendeu:

Seis meses depois, Teodoro não era o homem mais rico ou mais realizado do vale. Mas, ao entardecer, sentado na varanda com um café qualquer (não o melhor, mas quente e seu), ele sorria.

Se quiser, posso adaptar essa história para um contexto diferente (empresa, escola, amizades) ou criar uma versão infantil do tema.

— Moço, são 8h15.

O velho riu com bondade.